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Qualquer método que examine o que ocorre numa dada situação que requer a necessidade de avaliação crítica pode conduzir a reações emocionais não desejadas, tais como sentimentos de acusação, de censura e de repreensão.

A sensação generalizada costuma ser a percepção de se estar sendo atacado. Quando as pessoas se sentem assim provavelmente tender a reagir com irritação, raiva, hostilidade e defensividade.

O risco de se tentar alcançar ganhos obteníveis por meio da construção de um clima de avaliação crítica negativa, para eventualmente se extrair pontos obscuros, o mais das vezes faz com que o desencadeamento da raiva e da hostilidade resultem numa situação ainda pior, até inadministrável. Não há ganho real em desencapsular esses sentimentos num processo de avaliação crítica construtiva. Eis aí o “criticism” em sua faceta negativa e disfuncional.

Normalmente, benefícios precedentes apresentados a priori na avaliação são utilizados para evitar resultados negativos antecipados de sentimentos de irritação, de raiva e de hostilidade. Aplique, sempre, a “critique” (crítica positiva) em vez do “criticism” (crítica negativa). A primeira constrói e avança a interação humana, a segunda a destrói e a faz retroceder.